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  1. Características ideais dos braquetes autoligados para aumentar a eficiência nos tratamentos

    outubro 17, 2014 by admin

    MAURICIO ACCORSI

     

     

    Drº Mauricio Accorsi

    Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Universidade Federal do Paraná, com Mestrado em Ortodontia pela Universidade de São Paulo, o Dr. Mauricio Accorsi desenvolve linha de pesquisa relacionada as novas tecnologias para o diagnóstico e planejamento em 3D, em Ortodontia e Cirurgia Ortognática e tratamentos por meio de sistemas de braquetes autoligados. É autor do livro ”Diagnóstico 3D em Ortodontia”, da Editora Napoleão, uma das primeiras publicações sobre o tema na literatura mundial e também possui várias publicações em periódicos científicos. Faz apresentações em eventos nacionais e internacionais e é professor convidado de cursos de Pós-graduação em Ortodontia no Brasil e no exterior.

     

     

    • Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Universidade Federal do Paraná;
    • Preceptor em Dor Orofacial e Disfunção pela Universidade da Califórnia em Los Angeles;
    • Mestre em Ortodontia pela Universidade de São Paulo;
    • Autor do livro “Diagnóstico 3D em Ortodontia – A Tomografia Cone-beam Aplicada” (Editora Napoleão) com edição na língua espanhola pela Editora Amolca da Venezuela;
    • Professor convidado dos cursos de especialização em Ortodontia da Universidade Federal do Paraná, Universidade Positivo em Curitiba, da Universidad  Autónoma de Baja California, México, e da Universidad de Cartagena, Colômbia.

     

     

    Eficiência trata de como fazer, não do que fazer. Trata de fazer certo a coisa, e não fazer a coisa certa, que seria a definição de eficácia. Quando se fala em eficiência, está se falando em produtividade, em fazer mais com o mínimo de recursos possíveis. Quando falamos em eficiência em Ortodontia com sistemas autoligados, estamos pensando em fatores que permitem ótimos resultados comum esforço menor e custo financeiro e biológico reduzidos, tanto do ponto de vista do profissional, como dos clientes. Esses fatores em Ortodontia podem incluir tratamentos com menos visitas, procedimentos mais rápidos e mais fáceis para os profissionais e mais opções terapêuticas para as diferentes situações. Isso pode ser traduzido como uma redução no índice de extrações, por exemplo; e deve repercutir em mais conforto para os pacientes com redução da ansiedade durante o tratamentos. Em outras palavras, uma abordagem menos invasiva, com menor probabilidade de efeitos colaterais como descalcificações, perda de suporte ósseo e reabsorções radiculares.

    Um dos maiores pesquisadores da atualidade, sobre os sistemas autoligados, é o Dr. Nigel Harradine1 da Universidade de Bristol, na Inglaterra. Recentemente ele descreveu com muita propriedade as características ideais dos braquetes autoligados. Segundo a sua experiência, a escolha entre sistemas passivos ou ativos é secundária, pois para ele o mais importante são as características relacionadas ao desenho do braquete, no que diz respeito a sua robustez, facilidade de abertura e fechamento do clip, ou slide, controle de qualidade, durabilidade e adesão confiável, entre outras características. A seguir, enumeramos três dessas característica que devemos observar quando estivermos frente a escolha de qual sistema utilizar:

    • Preenchimento total e seguro do fio no slot do braquete: para ele, os braquetes autoligados devem permitir um preenchimento pleno do fio, com segurança, como se estivéssemos utilizando um tubo de molar. Segundo Dr. Harradine, esse fator é mais importante do que o uso de sistemas ativos com a finalidade de controle de torque.
    • Ligação rápida do sistema e inserção/remoção do arco com facilidade e rapidez: Isso permite uma diminuição de tempo de cadeira de forma significativa. Com menos desgaste para ambos, pacientes e profissionais.
    • Diminuição da resistência ao deslizamento: Tanto em relação à fricção oriunda do sistema de ligação, quando comparada aos sistemas ligados com amarrilhos ou ligaduras elásticas, como também ao fator “binding” ou travamento, em decorrência da mudança da angulação entre o arco e as bordas do slot durante a movimentação ortodôntica.

     

    Finalmente, em relação ao torque, ele comenta sobre estudos2-4 que têm demonstrado que a ação de clips ativos contribui de forma não significativa em relação a expressão do torque, por essa razão, ele adverte da necessidade de preenchimento pleno do arco dentro do slot do braquete, eventualmente até por meio da utilização de ligações convencionais quando necessário.

     

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

     

    1. Harradine N, Self-ligating brackets increase treatment efficiency, AJO-DO, 2013,143(1):10-8.
    2. Brauchli, Senn C, Wichelhaus A, Active and passive self-ligation – A myth?
      The Angle Orthod. 2011, 81:312-8.
    3. Pliska BT, Beyer JP, Larson BE, A comparison of resistance to sliding of self-ligating brackets under an increasing applied moment. The AngleOrthod.2011, 81:794-9.
      1. Pandis N, Bourael C, Eliades T, Changes in the stiffness of the ligating mechanism in retrieved active self-ligating brackets. AJO-DO, 2007, 132:834-7.
      2. http://goo.gl/nfM9oW

     

     

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