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  1. Credenciamento Sistema Harmony – Gramado/RS

    março 25, 2015 by admin


  2. Café da Manhã Científico com Dra. Karina Mundstock

    março 20, 2015 by admin

     

     

    Nesta terça-feira dia 17 de março a American Orthodontics organizou o primeiro café científico com o professora Karina Mundstock com o tema Braquetes Estéticos – Mito ou Realidade?
    A professora Karina Mundstock é especialista em Ortodontia pela Universidade do Alabama, Mestre em Ortodontia pela Universidade do Alabama em Birminghan, Doutora em Odontologia (Ortodontia) pela UNESP em Araraquara e Prof. da Especialização de Ortodontia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
    O público foi brindado com a apresentação de vários casos clínicos, além de um saboroso café da manhã no Hotel BlueTree Millenium Porto Alegre.

    Luana Oliveira (Diretora Dental América), Christian Costamilan, Greice Morelli, Mauro Scarpini, Karine Squeff, Régis Reche, Vanessa Dias, Marcos de Borba, Carla Zardo, Karina Smolje (Latin America Marketing Manager American Orthodontics), Prof.a Karina Mundstock e Graciane Favero

     

    Café da Manhã Apresentação de Casos

     

    Se você tem interesse em participar dos próximos, entre em contato conosco através do e-mail luana@damerica.com.br

     

     

     


  3. Café da Manhã Científico com Dr. Stefan Cardon

    março 19, 2015 by admin

    Nesta segunda-feira dia 16 de março a American Orthodontics organizou o primeiro café científico com o professor Stefan Cardon com o tema A utilização de mecânica segmentada em casos selecionados para controle dos efeitos colateriais.
    O professor Stefan Cardon é especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela UFPR, Mestre em Ortodontia e Ortopedia Facial pela PUCRS, Especialista em OFM pelo CFO e Prof. da Especialização Sobracid e SLMandic Porto Alegre.
    O público foi brindado com a apresentação de vários casos clínicos, além de um saboroso café da manhã no Hotel BlueTree Millenium Porto Alegre.

     

    Luciola Barni, Cassio Selaimen, Mariana Powoa, Prof. Stefan Cardon, Tatiana Ughini, Fabiano Antunes, Karina Smolje (Latin America Marketing Manager American Orthodontics), Luana Oliveira (Diretora Dental América), Carmen Lodetti e Lilian Varvakis

    Café da Manhã Conversando Sobre Autoligados

    Se você tem interesse em participar dos próximos, entre em contato conosco através do e-mail luana@damerica.com.br

     

     


  4. Últimos dias para se inscrever, um dia de conferência e jantar especial em um ambiente com natureza incrível. Ligue e saiba mais.

    fevereiro 19, 2015 by admin


  5. Preparação para o mercado. Você realmente foi preparado?

    janeiro 23, 2015 by admin

    Prof. Carlos Paleo

    Praticamente todos os cursos superiores dizem preparar os seus egressos para o mercado de trabalho, mas ainda hoje, poucos deles preparam os profissionais para empreenderem. A maioria os torna muito bons nas competências técnicas de suas respectivas áreas de atuação, mas no mundo em que vivemos atualmente, isso não basta. Ser bom tecnicamente pode ser o suficiente para desempenhar a profissão escolhida pelo profissional, mas o cotidiano vai lhe requerer outros conhecimentos, como gestão de pessoas, gestão financeira e gestão tributária, sendo que a esmagadora maioria dos egressos de cursos superiores não tem este conhecimento e acaba por adquiri-lo da forma mais traumática, que é o método da tentativa, erro.

    Muitos buscam especializações para adquirirem estes conhecimentos e outros contratam profissionais que os possuem, para lhes auxiliarem, o que parece ser um caminho lógico, mas ainda assim, não é sem riscos. Infelizmente, nem todos os cursos são bons, assim como nem todos os profissionais atuando no mercado o são e há o risco de fazer escolhas ruins e terminar por realizar uma má gestão.

    Quando desejamos escolher um curso superior ou um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado), podemos usar como referência de qualidade, a nota dele no IGC, do INEP, atribuída anualmente, que pode ser localizada em http://portal.inep.gov.br/educacao-superior/indicadores/indice-geral-de-cursos-igc. O IGC varia de 1 até 5 e um desempenho ruim pode levar inclusive ao descredenciamento da instituição de ensino. Imaginem o valor para o mercado, de um diploma emitido por uma instituição descredenciada… O pior é que muitos alunos não levam a sério a prova do ENADE, muitas vezes respondendo às perguntas de forma errada, com a intenção de errar. Eles acham que estarão promovendo uma “vingança” contra a instituição de ensino, em função de fatos que os deixaram insatisfeitos, mas na verdade, estão prejudicando a eles mesmos, pois quanto menor o conceito da IES (Instituição de Ensino Superior), menor o “valor” do diploma deles!

    Adicionalmente, se a preocupação for apenas com a qualidade de um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado) podemos utilizar os conceitos atribuídos pela CAPES, que recomenda apenas os cursos que tenham obtido nota igual ou superior a “3″, disponíveis em http://www.capes.gov.br/avaliacao/dados-do-snpg/cursos-recomendados-reconhecidos. As notas da CAPES variam de 1 até 7! O interessante aqui é o fato de existirem 5.691 cursos de pós-graduação no Brasil, mas apenas 3.806 (66,88%) serem recomendados pela CAPES, ou seja, 33,12% deles não conseguiram nota para a recomendação.

    Mas e quanto aos cursos de latu senso (especialização)? Bem, estes não possuem nenhum tipo de avaliação e aí há espaço para os cursos ruins se colocarem, fazendo seus alunos desperdiçarem dinheiro e tempo em algo que não lhes será útil para nada, além do relacionamento com novas pessoas da área. Aqui vale destacar as louváveis iniciativas de alguns conselhos de classe que analisam cursos de suas competências técnicos e os reconhecem, ou não, conforme seus critérios, como são os casos do CFO e do CFP. Porém nenhuma entidade, até o momento, avaliou os cursos de gestão de consultórios, escritórios, etc.

    Conseguimos claramente identificar profissões onde o ato de empreender é muito comum e portanto tendem a sofrer mais com esta deficiência, como é o caso das áreas da saúde que costumam montar seus consultórios pessoais (médicos, enfermeiros e odontólogos), além dos psicólogos que montam seus consultórios, educadores físicos que atuam como “personal trainners” e advogados que montam escritórios. Apesar de serem profissionais de áreas distintas, todos correm o risco de não terem obtido em suas formações as competências necessárias para o empreendedorismo.

    Desta forma, anualmente, temos novos profissionais ingressando no mercado e iniciando suas atividades sem a noção de como devem proceder para o recolhimento de seus impostos, como funciona a contratação de quem irá secretariá-los, nem como gerir seus negócios. Ainda que sejam excelentes profissionais nos quesitos técnicos, pecam na gestão e acabam por ser exemplos de muito conhecimento e pouco sucesso financeiro. Tipo de pessoa muito comum hoje em dia, mas realmente não precisaria ser assim, bastaria que contassem com a orientação de bons profissionais. Aí recaímos em outro problema. Como localizar os bons? Pois é, esta tarefa não é das mais fáceis, principalmente para quem está ingressando no mercado… Lógico que não são apenas os entrantes que enfrentam problemas, ainda há os antigos, que em função da orientação de maus profissionais, realizam procedimentos errados ao longo de anos e quando descobrem o erro, acabam por ver uma parte razoável de seus ganhos ir embora em função deles…

    Em artigos futuros pretendo abordar este assunto da gestão do negócio próprio em maior profundidade, até o próximo!

    Retirado do site http://carlosfprocha.com/ com autorização do autor.


  6. APRO 2015

    janeiro 20, 2015 by admin


  7. O que fazer com o 13º salário?

    dezembro 3, 2014 by admin

     

    Prof. Carlos Paleo

    No final do ano chega o tão esperado 13º salário e a principal pergunta é sempre, o que fazer com ele. Estas dicas simples devem ajuda-lo:

    1. O primeiro passo sempre será o pagamento de dívidas: avalie tudo o que deve (saldo negativo no banco, cartão de crédito, empréstimos, etc.), coloque estas dívidas em ordem decrescente da taxa de juros cobrada e realize o pagamento da maior quantidade possível delas. Desta forma se possuir o valor suficiente para a quitação das dívidas, terá ao menos quitada as mais caras;
    2. Caso tenho conseguido quitar as dívidas, ou não as tenha, agora é hora de focar nas compras de final de ano e férias. Se você conseguiu organizar as suas finanças, é hora de aproveitar um pouco. Então, pesquise preços (vá às lojas físicas e conheça os produtos, depois pesquise seus preços nas lojas online e nas ferramentas de busca de preços, como por exemplo o site Buscapé (http://www.buscape.com.br). Então compre no site ou volte à loja e negocie um desconto maior), relacione as despesas de final de ano (festas, presentes, antecipação de IPVA e IPTU) e planeje a sua viagem;
    3. A escolha entre um pacote de viagem e adquirir os itens avulsos vai depender do conhecimento que você possui do destino e do tempo que dispõe para isto. Na maioria dos casos sai mais barato adquirir tudo avulso, mas cada caso é um caso e vale a pena pesquisar. Lembre-se sempre que além das despesas com a viagem, precisará considerar alimentação, seguro viagem, aluguel de automóvel, combustível, pedágios, passeios, presentes, etc. Some todos estes itens quando for considerar o seu destino;
    4. Se a escolha for viajar para o exterior, considere não realizar compras no cartão de crédito, que possui um IOF de 6,38%. É mais vantajoso comprar a moeda estrangeira aqui, pagando apenas 0,38% de IOF. Informe-se no seu banco sobre a compra de moeda estrangeira, bem como os cartões pré-pagos ou os traveller checks. Em função do risco de andar com muito dinheiro “vivo”, o ideal é diversificar entre estes meios de pagamento, chegando a um ponto de equilíbrio entre economia e segurança;
    5. Ainda no quesito viagem para o exterior, vale a pena informar-se sobre os limites de isenção nas compras em valor (US$ 300 para viagens por via terrestre e US$ 500 para viagens por via marítima ou aérea) e os limites em quantidade (Ex.: 20 unidades de produtos com preço abaixo de US$ 20, até 10 unidades de produtos idênticos, etc.). Confira as dicas em:http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/viajantes/dicaviajantes.htm;
    6. Quando estamos em viagem sempre é interessante visitar atrações turísticas, mas fique atento que os preços são menores quando compramos os ingressos adiantado. Uma ótima dica é o site City Pass. Eles vendem ingressos para eventos em diversas cidades e por preços bem atraentes (http://pt.citypass.com/);
    7. Pense também em espetáculos de teatro que são muito bons. Para estes indico o seguinte site (http://www.broadway.com/);
    8. Também não deixe de analisar as promoções em http://www.tripadvisor.com.br/ ehttp://www.expedia.com.br/, pois eles costumam ter promoções muito boas;
    9. Não torne a volta das férias um amargo regresso, lembre-se que no início de ano sempre temos um aumento de despesas (fatura do cartão das férias, IPVA e IPTU, caso não tenha antecipado, matrículas escolares, etc.), faça uma reserva para isso;
    10. Cuidado com a antecipação do 13º. Muitos bancos oferecem esta antecipação, que pode parecer boa, mas tenha cuidado que isto nada mais é do que um empréstimo e como tal terá incidência de juros. Isso só é interessante se você tiver dívidas com juros maiores do que os deste empréstimo, que pretenda quitar com ele;
    11. Um pouco mais difícil para alguns, mas também é uma ótima alternativa realizar investimentos com este valor, sim, poupar, nem que seja o que tenha sobrado do 13º. Desta forma a sobra de hoje poderá suprir uma falta de amanhã, ou colaborar com férias ainda melhores no próximo período.

     

    Em resumo, a chave para o sucesso é sempre o planejamento prévio, portanto, planeje!

    Retirado do site http://carlosfprocha.com/ com autorização do autor.

  8. A Nova Ortodontia Lingual – Mostre seu sorriso, não seu aparelho!

    novembro 24, 2014 by admin

    Por Stefan Cardon
    Mestre e Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

    Retratamento ortodôntico em caso de apinhamento e após 4 meses com aparelho lingual inferior.

    Um belo sorriso torna a face mais atraente, favorece as relações sociais, melhora a auto-estima e a qualidade de vida. Estudos tem mostrado que dentes bem alinhados aumentam até mesmo as chances de inserção no mercado profissional.

    Apesar disso, muitas pessoas, principalmente adultos, abandonam a ideia de corrigir seus dentes, fugindo dos aparelhos que conferem o conhecido sorriso metálico. A ideia de passar dois anos ou mais “vestindo” um aparelho ortodôntico convencional desestimula uma boa parcela da população a submeter-se ao tratamento. Mesmo os aparelhos cerâmicos nem sempre agradam e, embora menos visíveis, também apresentam alguma rejeição.

    Vivemos o renascimento de uma técnica que começa a mudar esta realidade. É a técnica lingual, em que os brackets (peças metálicas do aparelho) ficam imperceptíveis, uma vez que são colados na superfície interna dos dentes. Ninguém sabe que o paciente está de aparelho, a menos que ele próprio comente.

    A Ortodontia Lingual surgiu na década de 70, em Beverly Hills, nos Estados Unidos, pela necessidade de contemplar um público de artistas e celebridades que não poderia submeter seu sorriso ao tratamento tradicional. No Japão, simultaneamente, os primeiros aparelhos linguais foram desenvolvidos com o propósito de evitar traumas na face em praticantes de artes marciais.

    A técnica cresceu rapidamente nos EUA, mas dificuldades dos pacientes relacionadas com a dicção e o desconforto dos primeiros (e volumosos) aparelhos linguais utilizados na época, somadas à pouca experiência e treinamento com esta nova modalidade terapêutica, fizeram a técnica ser praticamente abandonada. Somou-se a isso o fato de haver surgido, pouco depois, os brackets cerâmicos, que vieram a dar alguma alternativa mais estética aos brackets tradicionais.

    Entretanto, a idéia de um aparelho totalmente invisível gerava enorme entusiasmo e não poderia simplesmente deixar de existir, continuando a inquietar ortodontistas, pesquisadores e empresas em todo o mundo, principalmente na Ásia e na Europa. Durante a década de 90, acessórioscada vez menores e mais anatômicos foram sendo desenvolvidos, com a intenção de oferecer ao mesmo tempo conforto e controle sobre todos os movimentos dentários. Grandes fabricantes passaram a investir tempo e tecnologia na busca por sistemas linguais mais confortáveis e eficientes, superando, pouco a pouco, as dificuldades iniciais. Hoje a técnica Lingual responde por mais da metade dos tratamentos realizados, por exemplo, no Japão.

    Por quê a Ortodontia Lingual é tão desafiadora ao profissional?

    Existe uma variação anatômica muito grande entre as faces interna e externa dos dentes, exigindo uma atenção especial na fase de montagem dos acessórios às faces internas (linguais e palatinas) destes elementos. Os procedimentos de instalação do aparelho são realizados de forma indireta, por meio de modelos de trabalho, em praticamente 100% dos casos.

    A visibilidade e acesso às áreas a serem trabalhadas é mais difícil, demandando maior tempo de atendimento clínico.

    Uma vez que os brackets estão montados na face interna dos dentes, a distância entre estes é significativamente menor e isto implica em maior rigidez dos arcos, gerando níveis de força significativamente maiores se comparados à Ortodontia convencional.

    Na técnica Lingual há uma nova dinâmica de forças atuando sobre os dentes, modificando as resultantes dos movimentos pretendidos. Isto exige do ortodontista um estudo aprofundado das características da biomecânica lingual assim como treinamento exclusivo na técnica, normalmente não contemplados em cursos de pós-graduação em Ortodontia.

    E por quê a Ortodontia Lingual é tão fascinante para os pacientes?

    A possibilidade de poder visualizar seus dentes sendo corrigidos sem enxergar aparelho algum se traduz em uma experiência “mágica” para muitos pacientes. É verdadeiramente animador quando se toma ciência de que esta possibilidade é real.

    É frequente que pacientes adultos, já submetidos durante a adolescência à Ortodontia e que necessitam de alguma nova correção, sejam refratários ao uso de aparelhos visíveis. Muitos simplesmente não se imaginam novamente com aparelhos, principalmente pela questão estética e envolvimento social que isto implica. Um sorriso com brackets visíveis está, na ideia de boa parte deste público, associado a uma outra fase da vida, que já não mais existe. Por outro lado, a demanda pela correção, muitas vezes de apinhamentos de incisivos inferiores, frequente com a maturidade, se faz presente e, ironicamente, adultos expõe muito mais esses mesmos incisivos inferiores ao sorriso e durante a fala do que o público mais jovem. A estes indivíduos a Ortodontia Lingual apresenta sua mais forte indicação!

    Com os novos aparelhos mais bem elaborados, menores, mais confortáveis e precisos, inclusive com a propriedade de autoligação, que permite a apreensão dos fios pelo próprio bracket (dispensando borrachinhas e amarrilhos metálicos), uma Nova Ortodontia Lingual veio para ficar e se estabelecer de forma consistente e definitiva, oferecendo qualidade de resultado, eficiência e, principalmente, discrição. Este é o segredo por trás do sorriso!

     

    Mesma paciente, em vista frontal. O alinhamento e nivelamento dos dentes com a Técnica Lingual acontece de forma absolutamente invisível, encantando pacientes e também profissionais.

    Referências:

    1-      Pithon, M.M.et al. Do dental esthetics have any influence on finding a job? American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics; Volume 146, Issue 4 , Pages 423-429, out 2014

    2-      Bacci, Henrique. Ortodontia lingual – o segredo por trás do sorriso. Ed Napoleão, 2011


  9. Características ideais dos braquetes autoligados para aumentar a eficiência nos tratamentos

    outubro 17, 2014 by admin

    MAURICIO ACCORSI

     

     

    Drº Mauricio Accorsi

    Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Universidade Federal do Paraná, com Mestrado em Ortodontia pela Universidade de São Paulo, o Dr. Mauricio Accorsi desenvolve linha de pesquisa relacionada as novas tecnologias para o diagnóstico e planejamento em 3D, em Ortodontia e Cirurgia Ortognática e tratamentos por meio de sistemas de braquetes autoligados. É autor do livro ”Diagnóstico 3D em Ortodontia”, da Editora Napoleão, uma das primeiras publicações sobre o tema na literatura mundial e também possui várias publicações em periódicos científicos. Faz apresentações em eventos nacionais e internacionais e é professor convidado de cursos de Pós-graduação em Ortodontia no Brasil e no exterior.

     

     

    • Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Universidade Federal do Paraná;
    • Preceptor em Dor Orofacial e Disfunção pela Universidade da Califórnia em Los Angeles;
    • Mestre em Ortodontia pela Universidade de São Paulo;
    • Autor do livro “Diagnóstico 3D em Ortodontia – A Tomografia Cone-beam Aplicada” (Editora Napoleão) com edição na língua espanhola pela Editora Amolca da Venezuela;
    • Professor convidado dos cursos de especialização em Ortodontia da Universidade Federal do Paraná, Universidade Positivo em Curitiba, da Universidad  Autónoma de Baja California, México, e da Universidad de Cartagena, Colômbia.

     

     

    Eficiência trata de como fazer, não do que fazer. Trata de fazer certo a coisa, e não fazer a coisa certa, que seria a definição de eficácia. Quando se fala em eficiência, está se falando em produtividade, em fazer mais com o mínimo de recursos possíveis. Quando falamos em eficiência em Ortodontia com sistemas autoligados, estamos pensando em fatores que permitem ótimos resultados comum esforço menor e custo financeiro e biológico reduzidos, tanto do ponto de vista do profissional, como dos clientes. Esses fatores em Ortodontia podem incluir tratamentos com menos visitas, procedimentos mais rápidos e mais fáceis para os profissionais e mais opções terapêuticas para as diferentes situações. Isso pode ser traduzido como uma redução no índice de extrações, por exemplo; e deve repercutir em mais conforto para os pacientes com redução da ansiedade durante o tratamentos. Em outras palavras, uma abordagem menos invasiva, com menor probabilidade de efeitos colaterais como descalcificações, perda de suporte ósseo e reabsorções radiculares.

    Um dos maiores pesquisadores da atualidade, sobre os sistemas autoligados, é o Dr. Nigel Harradine1 da Universidade de Bristol, na Inglaterra. Recentemente ele descreveu com muita propriedade as características ideais dos braquetes autoligados. Segundo a sua experiência, a escolha entre sistemas passivos ou ativos é secundária, pois para ele o mais importante são as características relacionadas ao desenho do braquete, no que diz respeito a sua robustez, facilidade de abertura e fechamento do clip, ou slide, controle de qualidade, durabilidade e adesão confiável, entre outras características. A seguir, enumeramos três dessas característica que devemos observar quando estivermos frente a escolha de qual sistema utilizar:

    • Preenchimento total e seguro do fio no slot do braquete: para ele, os braquetes autoligados devem permitir um preenchimento pleno do fio, com segurança, como se estivéssemos utilizando um tubo de molar. Segundo Dr. Harradine, esse fator é mais importante do que o uso de sistemas ativos com a finalidade de controle de torque.
    • Ligação rápida do sistema e inserção/remoção do arco com facilidade e rapidez: Isso permite uma diminuição de tempo de cadeira de forma significativa. Com menos desgaste para ambos, pacientes e profissionais.
    • Diminuição da resistência ao deslizamento: Tanto em relação à fricção oriunda do sistema de ligação, quando comparada aos sistemas ligados com amarrilhos ou ligaduras elásticas, como também ao fator “binding” ou travamento, em decorrência da mudança da angulação entre o arco e as bordas do slot durante a movimentação ortodôntica.

     

    Finalmente, em relação ao torque, ele comenta sobre estudos2-4 que têm demonstrado que a ação de clips ativos contribui de forma não significativa em relação a expressão do torque, por essa razão, ele adverte da necessidade de preenchimento pleno do arco dentro do slot do braquete, eventualmente até por meio da utilização de ligações convencionais quando necessário.

     

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

     

    1. Harradine N, Self-ligating brackets increase treatment efficiency, AJO-DO, 2013,143(1):10-8.
    2. Brauchli, Senn C, Wichelhaus A, Active and passive self-ligation – A myth?
      The Angle Orthod. 2011, 81:312-8.
    3. Pliska BT, Beyer JP, Larson BE, A comparison of resistance to sliding of self-ligating brackets under an increasing applied moment. The AngleOrthod.2011, 81:794-9.
      1. Pandis N, Bourael C, Eliades T, Changes in the stiffness of the ligating mechanism in retrieved active self-ligating brackets. AJO-DO, 2007, 132:834-7.
      2. http://goo.gl/nfM9oW

     

     

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  10. Curso Internacional com a Profª Birte Melsen. Não perca!

    outubro 8, 2014 by admin